Árvores Mais
CIRCUS TREES Em 1920 Axel Erlandson, um fazendeiro americano, começou uma experiência singular - o enxerto de árvores para criar novas e bizarras formas. Depois de 40 anos de paciente trabalho ele conseguiu produzir esculturas vivas. Quando Erlandson se aposentou, ele e sua família foram obrigados a mudar, mas o fazendeiro conseguiu transplantar suas árvores e formou um bosque tão curioso que o povo pagava entrada para visitá-lo. Foi assim que nasceu o “Circus Trees”. ![]() CAJUEIRO PIRANGI, BRASIL Hoje, apesar de continuar crescendo, está limitado em uma área de 8,4 mil metros quadrados. O segredo do tamanho da sua copa são os galhos que ateriam e voltar a arremeter: dezenas de 'tentáculos' com uma única origem. Os mais velhos falam sobre o tamanho do cajueiro com um certo ar de misticismo, parte dos cientistas acreditam em anomalia genética, outros defendem a tese que uma série de factores favoráveis — solo + sol + espaço — proporcionaram seu desenvolvimento naturalmente. O fato é que é realmente uma só árvore! ![]() BAOBAB - MADAGASCAR Baobás, com sua forma característica, são um dos grupos mais carismáticos de árvores no mundo. Este espécime em particular, localizada em Madagáscar, é referido como o "Bule Baobab". Estas árvores permanecem sem folhas a maior parte do ano, e sua espessura inchada resistente a fogo armazenar água durante os meses de seca. Seria de se surpreender ao descobrir que alguns troncos baobá são tão grandes que as pessoas realmente residem dentro deles! ![]() ÁRVORE DE TULE - OAXACA, MÉXICO Árvore mais famosa do México, a Árvore de Tule se localiza perto da Cidade de Oaxaca. Ela não é a maior nem a mais antiga árvore do mundo, mas tem o status de arvore com maior circunferência, cerca de 166 pés (50 metros). Sua idade é de aproximadamente 2,500 mil anos. Enraizada na cidade de Santa Maria del Tule, a árvore de Tule e seus arredores constituem um monumento natural único. ![]() ÁRVORE DO DRAGÃO, ILHAS CANÁRIAS Esta árvore do dragão é encontrada em Vinos de los em Tenerife, uma das ilhas Canárias, e tem entre 650 e 1.500 anos de idade. Este modelo herdou seu nome de origens míticas: Hércules teve que trazer de volta três maçãs douradas do jardim das Hespérides, que é guardado por Landon, as cem cabeças de dragão. Hércules matou Landon e seu sangue escorreu sobre a terra, que começou a brotar a "árvores dragão '. O sangue da árvore transpira 'dragão' - a seiva vermelha - quando cortado. ![]()
Enviado por Ruben Queirós
Peixe raro é encontrado em Minas Gerais, em pesquisa desenvolvida pela Unifesp e USP Um grupo de pesquisadores e biólogos redescobriram uma espécie rara de peixe no interior de Minas Gerais. Em 2004, eles iniciaram as buscas pela espécie Stygichthys typhlops, percorrendo por diversos locais na região de Jaíba. Eles se basearam em relatos de moradores do local. A espécie pertence a ordem dos dos Characiformes, que tem entre seus membros os peixes como as piranhas e traíras, mas se diferencia, principalmente, por não apresentar olhos e pigmentação na pele. A pesquisa foi liderada pelos ictiólogos Cristiano Moreira, professor do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal de São Paulo, Unifesp Diadema, e Eleonora Trajano, da Universidade de São Paulo, USP. Os pesquisadores afirmam que os peixes encontram-se em perigo de extinção por causa de consumo excessivo de água do Aquífero Jaíba, em Minas Gerais. “Trata-se de uma ameaça simples de resolver. Basta preservar o ambiente e adoptar um programa para diminuir a retirada de água e evitar a contaminação do aquífero”, explicou Moreira. Já em 2004 os pesquisadores alertaram para o risco de extinção.Os últimos relatos sobre a espécie datavam da década de 60. A descoberta contribui com os estudos sobre a morfologia e comportamento da espécie. Os pesquisadores fizeram uma descrição morfológica e análise do comportamento dos animais. “Agora pretendemos mostrar onde estas espécies se encaixam na evolução dos Characiformes e iniciar pesquisas mais aprofundadas sobre a espécie”, completou o pesquisador da Unifesp. Enviado por Márcia Ribeiro Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Marmotas explicam o apetite ![]() Investigadores induziram, com uma molécula, necessidade de comer em animais que estavam a hibernar. Os animais que hibernam, às vezes seis ou sete meses, como é o caso das marmotas, não comem durante esse longo período de sono, que lhes permite atravessar o Inverno como se ele não existisse. Essa ausência de apetite está programada nas células daqueles animais, o que os impede de definhar até à morte. No entanto, um grupo de investigadores coordenado pelo biólogo Greg Florant, da universidade do estado do Colorado, nos EUA, conseguiu induzir fome em marmotas que estavam em estado de hibernação, o que as obrigou a acordar e a comer. A experiência, segundo os próprios cientistas, poderá agora abrir caminho a novas investigações sobre a obesidade e os distúrbios alimentares nos seres humanos. De acordo com o estudo publicado na revista científica Journal of Experimental Biology, enquanto as marmotas dormiam a sono solto, a equipa administrou-lhes uma molécula chamada AICAR, que é um nutriente, e que existe em todos os seres vivos. Essa molécula activou nos animais o circuito neurológico que comanda a ingestão de alimento e desperta o apetite. Este circuito, que nestes animais fica inactivado durante o período de hibernação, tem por base o delicado equilíbrio entre duas moléculas que armazenam energia: a ATP e a AMP. Se elas baixam, a energia baixa, e o apetite é desencadeado. Na experiência realizada pelos biólogos, a administração da molécula AICAR levou à alteração da percepção neuronal sobre a energia disponível no organismo e os animais acordaram para comer. "Descobrimos que, provavelmente, os nutrientes no cérebro, como os ácidos gordos, podem alterar o circuito neuronal que comanda a ingestão de alimento e que, na altura em que os animais estão a hibernar, se encontra inactivo", explicou Greg Florant, citado pela Science Daily. No caso das marmotas da experiência, houve uma percepção artificialmente induzida de um défice de energia no organismo, o que levou os animais a acordarem para se alimentarem. Numa próxima experiência, os investigadores pretendem também testar se o contrário também pode ser induzido nestes animais. Ou seja, se em estado de não hibernação, estes animais podem ser induzidos desta forma a não se alimentarem. A equipa pretende ainda identificar na marmota que circuitos neuronais no hipotálamo comandam este processo, para perceber se coincidem com os que já se conhecem nos ratos, que são animais que não hibernam. É no hipotálamo, uma região do cérebro, que são controladas funções básicas como a alimentação, o sexo e a regulação da temperatura. Retirado do Diário de Notícias de 9 Junho de 2010 Enviado por Eva Sousa Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Micróbio muda tradução de informações do DNA ![]() Um grupo de cientistas acaba de mostrar que um mesmo trecho de três letras do genoma da criatura pode ser "lido" de formas diferentes dependendo do contexto, o que faz com que moléculas diferentes sejam sintetizadas pela célula. Isso contraria um dos dogmas da biologia molecular, segundo o qual cada um desses tripletos de DNA --os códons-- só podem codificar uma molécula. Um códon é a receita para a construção de cada um dos aminoácidos, os tijolos básicos dos quais os seres vivos são feitos. As proteínas, moléculas que fazem de tudo dentro da célula, são compostas de dezenas ou centenas de aminoácidos enfileirados. Existem na natureza 22 tipos de aminoácidos, cada um definido por uma sequência de três letras no DNA ou RNA. Assim, o aminoácido fenilalanina é codificado pela sequência UUU no RNA, a leucina pelas "letras" CUC e o triptofano pelo códon UGG, por exemplo. Cientistas já sabiam que um mesmo aminoácido podia ser produzido por combinações diferentes de códons. Mas o inverso era considerado impossível, pois seria uma violação das características centrais do código genético. Se uma mesma sequência pode produzir duas moléculas diferentes, afinal, a evolução e a hereditariedade se tornam mais complicadas. Quem garante, por exemplo, que um gene herdado por um animal de seus pais terá a mesma função do gene original? Entra em cena o Euplotes crassus, um protozoário. Biólogos da Universidade de Nebraska (EUA), descobriram que nessa criatura às vezes o códon UGA, que normalmente codifica o aminoácido cisteína, pode codificar também a selenocisteína. Relataram a descoberta em estudo na revista "Science". De alguma forma, explicam os pesquisadores, o DNA do Euplotes "sabe" quando inserir uma selenocisteína no lugar da cisteína. Ele não faz isso aleatoriamente, só nos genes que produzem proteínas que incluem selenocisteína. "Achamos que a função-padrão do códon UGA é inserir uma cisteína", disse à Folha o bioquímico Vadim Gladyshev, líder do grupo de pesquisas que fez o estudo. No entanto, explica, nos genes de proteínas com selenocisteína, há uma região do RNA que não é traduzida. Se há outros códons UGA no mesmo gene, diz Gladyshev, essa sequência "pode ficar enterrada na estrutura geral do RNA mensageiro [molécula que lê e copia a informação do DNA] ou impedida de interagir com o maquinário celular, então isso não interfere na inserção normal da cisteína". Em algumas condições, como na tradução dos genes de selenoproteína, esse elemento é "exposto" e interage com a máquina de tradução da célula de modo a ordenar a inserção da selenocisteína. Gladyshev diz que, por enquanto, essa bizarrice genética só é conhecida no Euplotes. Embora ele mesmo afirme que sua descoberta não força ninguém a repensar o código genético, ela abre uma possibilidade intrigante: a de que o código possa ter se tornado mais rico durante a evolução e que existam aminoácidos adicionais. Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Neurotransmissor implicado na depressão nos seres humanos transforma gafanhotos em praga
![]() O neurotransmissor serotonina é o que faz com que tímidos gafanhotos verdes e de aspecto em tudo normal se transformem nos vorazes gafanhotos que formam bandos com milhares de milhões de insectos, que se deslocam como uma praga que até apaga a luz do Sol e devoram tudo por onde passa. A descoberta, feita por uma equipa internacional de cientistas, é divulgada na edição de amanhã da revista “Science”.
Até 1921, pensava-se que os gafanhotos normais eram de uma espécie diferente dos gregários (Tom Fayle/Science)
Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Homem tinha árvore a crescer num pulmão
Médicos acreditam que o paciente pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo. Foi encontrada uma planta, com cinco centímetros a crescer dentro do pulmão de um paciente na Rússia. O homem, Artyom Sidorkin, de 28 anos, consultou o médico porque tinha constantes dores no peito e tosse persistente com sangue. Os médicos suspeitavam que o paciente tinha cancro nos pulmões. Surpreendentemente, quando os médicos estavam a operar Artyom, para retirar o suposto tumor maligno, verificaram que não se tratava de cancro mas sim de uma pequena árvore a crescer dentro do pulmão, segundo informa o sítio online do jornal espanhol “ABC”. De acordo com o diário "Komsomolskaya Pravda", após a cirurgia, nos Montes Urais na Rússia ocidental, os médicos acreditam que Sidorkin pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo. O russo, quando confrontado com o relatório dos especialistas, nem queria acreditar. Pensou que “estava a delirar”, noticia o “Globo.com”, quando lhe disseram que tinha sido encontrada uma árvore num dos pulmões. Retirado: Jornal de Noticias 14 de Abril de 2009
Enviado por Diana Pinto Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Descobertas 163 novas espécies de animais
Foram encontrados, perto do rio Mekong, na Ásia, 150 animais desconhecidos até agora. A descoberta foi divulgada pela World Wide Foundation, que revela a preocupação com o habitat destas espécies, agora descobertas, uma vez que o nível do mar pode aumentar, com as alterações climáticas, levando à possível extinção das espécies em causa. Três exemplos das espécies encontradas, são muito curiosas: um pássaro que não voa, anda apenas; uma rã com chifres e um lagarto que mais parece um leopardo, pelo padrão da pele e os olhos de felino. Enviado por Beatriz DuarteEscola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Cientistas descobrem área do cérebro onde o álcool actua
Investigadores da Califórnia desenvolveram um estudo que explica como o álcool altera o funcionamento das células cerebrais, alterando a comunicação entre os neurónios, levando ao estado de embriaguez. Este estudo pode estar na base de novos tratamentos para o alcoolismo e epilepsia. O efeito do álcool no cérebro levanta várias questões, às quais Paul Slesinger, professor do Laboratório de Peptídeos do Instituto SalK, na Universidade da Califórnia, tentou responder através de um estudo, publicado pela revista Nature Neuroscience. «Há muito interesse em descobrir como o álcool actua no cérebro. Uma das diversas hipóteses é que o álcool funciona ao interagir directamente com proteínas de canais iónicos, mas não havia estudos que identificassem o local dessa associação» disse Slesinger. A compreensão do efeito do álcool no cérebro, pode ajudar no desenvolvimento de tratamentos para problemas como alcoolismo, uso de drogas ou epilepsia, noticía o site brasileiro «Terra». Os resultados do estudo levado a cabo por Paul Slesinger, mostram que o álcool interage directamente com um local específico dentro de um canal iónico, que tem um papel fundamental em diversas funções cerebrais associadas com ataques epilépticos e com o abuso de álcool e drogas. Os canais Girk são directamente estimulados pelo álcool, provocando uma libertação de iões de potássio pelo neurónio, levando a uma diminuição da actividade neuronal. Segundo o investigador Slesinger, «se pudermos encontrar uma droga que se encaixe no ponto específico de actuação do álcool e active os canais Girk, talvez possamos diminuir a excitabilidade neuronal no cérebro, o que resultaria numa nova estratégia para o tratamento da epilepsia». Retirado: TVi 24 Enviado por Eva Sousa Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
![]() Se sempre quis ser embaixador, esta é a sua oportunidade... No Ano Internacional da Biodiversidade o CRE_PORTO preparou um novo roteiro de formação prática para os cidadãos que querem conhecer e preservar a fauna, a flora e os habitats naturais da Área Metropolitana do Porto. Vamos debater o que é a biodiversidade e qual o seu valor, visitar as áreas naturais da região, conhecer as plantas e animais, aprender a observar e identificá-los e saber como os proteger e defender. Começamos no dia 22 de Maio - Dia Internacional da Diversidade Biológica - e temos actividades até Novembro. Participe em oito actividades e seja também Embaixador ou Embaixadora da Biodiversidade. Consulte as actividades em: http://www.crenews.info/edicaoespecial.html
Médicos intrigados com indiano que diz não comer há 74 anos Bombaim - O indiano Prahlad Jani garante que passou os últimos 74 anos da sua vida sem comer nem beber. Durante duas semanas hospitalizado para fazer exames e vigiado por câmaras de vídeo, Prahlad Jani, de 83 anos, não bebeu nem comeu. Para além de não ter ingerido nada, o indiano também não urinou nem defecou uma única vez. O homem está a ser estudado pelo departamento científico do Ministério da Defesa e já em 2003 tinha sido alvo de uma investigação no hospital Sterling, em Ahmedabad. A conclusão a que chegaram os médicos foi que Prahlad Jani não precisava de comer ou beber para sobreviver. O objectivo do Governo é apurar se este caso pode fornecer dados sobre métodos de sobrevivência em situações limite, como as vividas por soldados ou vítimas de catástrofes naturais. Os exames feitos em 2003 ao indiano de 83 anos revelam que o desenvolvimento do seu cérebro é de um jovem de 25 anos. Os cientistas querem agora ver se houve algum desenvolvimento. Prahlad Jani argumenta que foi abençoado por uma deusa aos oito anos e que desde essa altura não sente necessidade de comer ou beber. É por muitos considerado um homem santo, com poderes curativos. ![]() Enviado por Márcia Ribeiro Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Extinção de herbívoros casou arrefecimento Há 12 500 anos, a chegada do 'Homo sapiens' ao Novo Mundo levou à extinção de grandes herbívoros, como os mastodontes ou os mamutes, diminuindo as emissões de metano.
Há 13 400 anos o continente americano era um paraíso para mais de uma centena de espécies de herbívoros gigantes, que produziam metano às toneladas com as sua mega digestões. Mas, com a chegada dos primeiros Homo sapiens ao Novo Mundo por essa altura, isso mudou. A caça intensiva que a espécie humana fez a esta mega fauna contribuiu para o seu desaparecimento. E a quebra na produção de metano que isso implicou ter-se-á repercutido também numa alteração climática abrupta (de arrefecimento súbito do planeta) que então ocorreu (durou um milénio) e ficou conhecida por Younger Dryas. (…)De acordo com os investigadores, a influência dos seres humanos no clima terá assim começado bem antes do recente capítulo da revolução industrial, com as suas emissões de gases com efeito de estufa devido à queima dos combustíveis fósseis .Antes da chegada do homem ao Novo Mundo, aquele era um reino de herbívoros gigantes, com mamutes e mastodontes, preguiças gigantes e camelídeos, que pouco depois se extinguiram. Segundo os cálculos da equipa de Felissa Smith, baseados em extrapolações a partir das emissões dos ruminantes de hoje, toda aquela megafauna emitia anualmente mais de dez milhões de toneladas de metano para a atmosfera, só por fazer a digestão - o metano é, como se sabe, um gás com efeito de estufa. Mas então, há 12 700 anos, três coisas aconteceram: as concentrações atmosféricas de metano decresceram abruptamente, o planeta sofreu o tal período de mil anos de arrefecimento, denominado Younger Dryas (a temperatura média caiu sete graus centígrados) e mais de 114 espécies de herbívoros gigantes desapareceram. Esta extinção em massa "teve efeitos profundos nas emissões e na concentração atmosférica de metano", explicou a coordenadora da investigação, notando que isso "pode ter desencadeado a súbita alteração do clima". A investigadora sublinha: "Pensamos que a perda desta megafauna poderia explicar entre 12,5 a cem por cento da redução do metano que se observa naquela altura. "A medição da concentração de metano na atmosfera foi realizada a partir de amostras de gelo das calotes polares, que permitem viajar até esses tempos recuados, já que guardam intocada essa memória química do passado. Há 12 500 anos ocorreu uma queda abrupta da concentração de metano na atmosfera de 180 ppbv (partes por milhar de milhão por volume), desencadeando o arrefecimento então verificado. Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
A Biodiversidade está em perigo
O objectivo definido, para 2010, pelas Nações Unidas de travar a perda da biodiversidade não foi conseguido, aumentando todos os dias o ritmo de extinção de espécies e a perda dos ecossistemas. Cor, forma, várias cores, várias formas. É esta variedade de espécies que habita connosco a Terra e que constitui o património biológico mundial. A biodiversidade – ou variedade de ecossistemas, espécies e genes – é a base do modelo de sustentabilidade do mundo onde vivemos. Uma sustentabilidade que, a cada dia que passa vai diminuindo, à medida que a biodiversidade é perdida. Não sabemos com rigor quantas espécies de flora ou fauna existem, mas sabemos que, todos os dias, muitas espécies são extintas. A biodiversidade é vital para todos nós, pois suporta os nossos alimentos, regula o ciclo da água e define a nossa qualidade de vida. È na biodiversidade que se encontram as soluções para muitos dos problemas actuais e, em primeiro lugar, o suporte para o desenvolvimento económico e social. A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Um ano para fazer o balanço dos compromissos assumidos em 2002, com a Assinatura da Convenção para a Diversidade Biológica. E neste ano de 2010 todas as sirenes estão no máximo, pois não se verifica a desejada diminuição da perda da biodiversidade. Pelo contrário, aumentou para ritmos nunca antes esperados, de entre 100 a 1000 vezes superior à taxa normal. No relatório ‘Parceria para os Indicadores para a Biodiversidade 2010’, as Nações Unidas referem que desde 1970, as populações de animais reduziram em 30%, a área de manguezais e gramíneas marinhas em 20% e a cobertura de corais vivos em 40%. Em 2008, a União Internacional para a Conservação da Natureza, indicava que estavam em risco de extinção 21% de todos os mamíferos conhecidos, 30% de todos os anfíbios, 12% de todos os pássaros, 35% das coníferas e cicadáceas, 17% dos tubarões e 27% dos recifes de corais estavam ameaçados de entrar em vias de extinção. Também a União Europeia estabeleceu em 2001 o objectivo de na Europa inverter o ritmo da perda de biodiversidade até 2010. Objectivo que falhou. Mas a União Europeia estabeleceu algumas medidas para protecção de Habitats, ao incluir mais de 17% de área na rede Natura 2000 e em 39 países 16% da área encontra-se protegida através de legislação nacional. Mas 40% a 85% dos habitats e 40% a 70% das espécies de interesse europeu não possuem um estatuto que garanta a conservação, tendo-se registado um declínio de prados e de áreas húmidas, por outro lado, aumentaram as áreas urbanas, as florestas e os habitats em águas abertas. Mas há muitos outros riscos para a biodiversidade como indica a Agência Europeia para o Ambiente. Um dos exemplos é o número cada vez maior de espécies invasivas que avançam por várias regiões da Europa. Uma invasão que se deve sobretudo às alterações climáticas, pois leva fauna e flora a procurar outras regiões. Neste mapa vemos o número de espécies invasivas por região e por cada mil quilómetros quadrados. Nos últimos 50 anos, verificou-se a degradação de 60% de todos os ecossistemas da Terra e, em consequência, a perda dos serviços ecossistémicos. Nos oceanos vive 90% de toda a biomassa do planeta, que está a sofrer elevada pressão. Um dos perigos é a sobrepesca que leva à extinção de muitas espécies. No espaço da União Europeia regista-se desde 1980 o desaparecimento de 10% dos pássaros e desde 1990, 60% de borboletas desapareceram. A perda da biodiversidade tem várias causas. São exemplos a destruição, a fragmentação e a degradação dos habitats devido às alterações no uso e sobreexploração dos solos; as práticas insustentáveis como a sobrepesca; o avanço das espécies invasivas; a acidificação dos oceanos; a poluição e com um peso cada vez maior as alterações climáticas. Enviado por Rita Moreira Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Novas espécies no coração da Nova Guiné
Um canguru-anão, um rato-das-árvores, um morcego que bebe néctar e uma rã de nariz grande são novidade. Vários mamíferos, um réptil, um anfíbio, uma dúzia de insectos, e uma ave rara estão entre uma mão-cheia de novas espécies descobertas nas montanhas Foja, um Éden perdido no coração da província indonésia da Nova Guiné, durante uma expedição científica promovida pela Conservation International e pela National Geographic Society. O anúncio da descoberta foi feito na Segunda-feira (dia 17 de Maio), a poucos dias do Dia Internacional da Biodiversidade, que se assinala Sábado (dia 22 de Maio), e num momento em que crescem as preocupações dos cientistas em relação ao ritmo crescente da perda de biodiversidade no planeta devido à acção humana. "Enquanto animais e plantas estão a ser varridos da face do globo a um ritmo nunca antes visto em milhões de anos, a descoberta destas formas de vida absolutamente incríveis são boas notícias muito necessárias", afirmou o biólogo Bruce Beehler da Conservation International, que foi um dos participantes da viagem científica às montanhas Foja. A expedição, organizada em Novembro de 2008 segundo um conceito de programa de avaliação rápida (Rapid Assessment Program), juntou um grupo internacional de biólogos que durante quatro semanas fez um rastreio-relâmpago numa área predefinida das montanhas Foja, localizadas na parte indonésia da Nova Guiné. Estas montanhas, cobertas de flo-resta tropical, estendem-se por uma área total de 300 mil hectares, onde não há estradas nem actividades económicas humanas. Analisados os registos recolhidos pela equipa durante a expedição, os cientistas anunciaram agora as suas descobertas. Entre as novas espécies encontradas está uma "rã-pinóquio", como foi alcunhada pela equipa (Litoria sp.nov.), com uma protuberância distintiva no nariz que não está sempre na mesma posição. De acordo com os biólogos, o nariz aponta para cima quando o macho está sexualmente mais activo e aponta para baixo quando ele está menos activo. Uma particularidade que os cientistas querem agora estudar. Outras espécies que eram desconhecidas incluem um morcego que se alimenta de néctar (Syconycteris sp. nov.), uma borleta a preto e branco (Ideopsis foiana), um canguru-anão (Dorcopsulus sp. nov.), um ratinho-das-árvores também nunca antes visto (Pogonomys sp. nov.) ou ainda um arbusto que dá flor (Ardisia hymenandroides). A Conservation International apelou à protecção a longo prazo da região, que tem actualmente estatuto de protecção total. Retirado do Diário de Notícias de 19 Maio de 2010
Enviado por Eva Sousa Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
A teia de aranha já não tem segredos para a Ciência
![]() Um grupo de investigadores das universidades Complutense de Madrid, de Oslo e de Uppsala apresentam esta semana na revista Nature um estudo sobre a estrutura tridimensional de uma das regiões - denominada "domínio N-Terminal" - das proteínas que compõem a seda das aranhas. A té agora era um mistério como se produzia a transição da proteína em estado líquido ao estado sólido. Este grupo de cientistas descobriu que, à medida que avançam ao longo da glândula ampulácea, situada no extremo do abdómen da aranha, as moléculas da proteína da seda organizam-se até formar um verdadeiro cristal líquido. As fibras da seda da aranha são muito mais resistentes do que um cabo de aço de grossura semelhante e muito mais elásticas. Estas podem esticar até 135% do seu comprimento original sem se quebrarem. Esta seda também é três vezes mais resistente do que as fibras sintéticas mais avançadas que se conhecem. Até agora, o homem não conseguira produzir nada semelhante. A seda da aranha é composta por moléculas proteicas, cadeias formadas por milhares de aminoácidos. As análises estruturais com raio X mostram que a fibra finalizada tem zonas em que as cadeias de proteínas de cruzam mediante conexões estáveis, o que explica a sua resistencia. Retirado do Diário de Notícias de 16 Maio de 2010 Enviado por Eva Sousa Escola Secundária de Penafiel - 10ªF
Combate ao Alzheimer Uma das equipas de investigadores da Universidade do Porto, acabou de publicar na revista científica Phytomedicine, que a planta Vinca (Catharanthus roseus,originária de Madagáscar) apesar de aparentar ser uma comum planta de jardim, contém uma substância - a serpentina - que pode vir a revelar-se como um agente importante no tratamento da doença de Alzheimer. Esta planta já tinha sido usada na terapia de algumas formas de cancro, no entanto, por serem necessárias toneladas das partes aéreas da planta para se obterem alguns miligramas de substâncias úteis este processo ficava bastante dispendioso sendo colocado de lado por muitos. Estes investigadores da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, liderados pelas professoras Paula Andrade e Mariana Sottomayor, estudaram todas as estruturas desta planta, não apenas as partes aéreas, procurando aproveitar todo o potencial medicinal desta. Neste sentido, foi dada uma especial atenção à raiz, orgão usualmente desprezado, que se mostrou um verdadeiro "tesouro" devido a um conjunto de compostos com actividade no sistema nervoso e com implícito interesse farmacológico ai existente. Neste trabalho, foram isolados e testados compostos que revelaram acção em vários receptores do sistema nervoso central e periférico. Os autores destacam, em particular, a serpentina, que possui uma enorme afinidade e selectividade para um dos principais alvos no tratamento da Doença de Alzheimer. No futuro, espera-se que o seu aproveitamento possa vir a revelar-se útil no tratamento farmacológico desta doença e de outras afecções como a miastenia gravis. adaptado de: http://noticias.up.pt/catalogo_noticias.php?ID=4274&intSelectedMenu=4 ![]() Catharanthus roseus - imagem retirada de http://noticias.up.pt/catalogo_noticias.php?ID=4274&intSelectedMenu=4
![]() Nova espécie de Ave encontrada na ilha de Bornéu - Imagem retirada de www.publico.pt |
Estranhas do Mundo
ÁRVORE DA VIDA, BAHRAIN A Árvore da Vida em Bahrain é um dos grandes mistérios do mundo por isso não é de se admirar que ela esteja nesta lista. Somente neste século esta arvore sobreviveu por 4 anos no meio do deserto sem água. O mistério da sobrevivência da árvore fez dela uma lenda e deu-lhe o nome de "árvore da vida" o que é absolutamente necessário para a árvore, que representa verdadeiramente a magia da vida. A lenda também está ligada ao local onde a árvore está localizada. Os habitantes locais acreditam que ela se localiza no coração real do Jardim do Éden. ![]() CAPELA DE CARVALHO - ALLOUVILLE, BELLEFOSSE Esta árvore foi transformada em uma capela, e é uma das arvores mais famosas da França - na verdade, é mais do que apenas uma árvore: é um edifício e um monumento religioso. Em 1669, l'Abbe du du Cerceau decidiu construir uma capela em um carvalho oco provavelmente atingido por um raio. Agora, algumas partes da árvore estão mortas, a copa vêem diminuindo a cada ano e a casca da árvore vai caindo ao poucos, sendo substituídas por telhas de carvalhos para protege-la. Como um símbolo, no entanto, parece que a Capela de Carvalho de Allouville - Bellefosse pode viver para sempre. ![]() GENERAL SHERMAN - (Sequóia National Park) General Sherman tem cerca de 2.500 anos, esta velha árvore tem uma altura de 275 pés (83,8 metros), localizada na Floresta das Sequóias Gigantes no National Park, nos Estados Unidos. Em janeiro de 2006, o maior galho da árvore rompeu. A ruptura, entretanto, não poderia mudar o status do General Sherman, tal como a maior árvore! Essa árvore magnífica tem a base de seu tronco, medindo cerca de 100 pés de circunferência (32 Metros). ![]() PARQUE ARQUEOLÓGICO DE ANGKOR, CAMBOJA O Templo de Ta Prohm ou Templo de selva fica localizado em Angkor, no Camboja e se mistura com as árvores da maneira mais surpreendente. Aparentemente, o local foi deixado como está a centenas de anos e o resultado é surpreendente, no lugar que é também chamado de Parque Arqueológico de Angkor. Por todos os lados estão espalhados em busca de água e solo. O lugar tem uma misteriosa e romântica aura, tornando-se um destino preferido de turistas. ![]() PINHEIRO DE WOLLEMI , AUSTRÁLIA As qualidades únicas do Pinheiro de Wollemi não residem na sua aparência, mas na sua história. É um dinossauro vivo, e quase foi extinto antes de sua descoberta, em Sydney, na Austrália, em 1994. Agora chamado de "as jóias da coroa do mundo botânico", o pinheiro Wollemi tinha sido previamente conhecida apenas a partir de um fóssil com cerca de 120 milhões de anos. Existem muito poucos no estado selvagem, mas os esforços de conservação têm sido feitos. ![]() g Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Descobertas alterações genéticas de autistas ![]() Portugal participou no estudo que incluiu quase mil amostras de ADN. Cientistas de 12 países, entre eles Portugal, identificaram as variações genéticas mais comuns nas crianças que sofrem de autismo. Uma das principais descobertas é que algumas alterações dos genes não são hereditárias, sendo únicas, como destacou à TSF Guiomar Oliveira, do Hospital Pediátrico de Coimbra, que participou nesta investigação. O estudo divulgado na revista Science baseou-se na análise de sangue de 996 crianças dos Estados Unidos, Canadá, França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Suécia e Portugal. Os cientistas descobriram raras duplicações e "desaparecimentos" no genoma de crianças autistas. Daniel Geschwind, um dos investigadores que colaboraram no estudo internacional, revelou que "estas variações são quase 20% mais nos genes das crianças autistas do que nos das crianças saudáveis". Outra das descobertas que o cientista destacou foi que "algumas das perturbações eram novas". "A criança autista é a primeira da família a ter essa variação. Os pais não a têm", explicou. Ou seja, não foram herdadas dos pais. Os investigadores pensam que estas alterações são consequência de pequenos erros genéticos que ocorrem na formação do óvulo e do esperma dos pais. Essas variações "são copiadas durante a formação do ADN do bebé". As crianças autistas têm um número de alterações superiores ao das que não sofrem desta síndrome. Este estudo em larga escala confirmou as suspeitas anteriores, de que alguns autistas tinham mutações genéticas únicas, mas só agora foi possível comprovar esta tese, já que as investigações anteriores tinham sido feitas com um reduzido número de amostras. Apesar do avanço no estudo do autismo, Stanley Nelson, da universidade de UCLA, nos EUA, disse que este estudo em larga escala permitiu descobrir raras variações que não seriam possíveis de ver em pequenos grupos. Porém, "as descobertas apenas explicam 3,3% das alterações genéticas que provocam o autismo." O cientista realçou que para desvendar todas as causas do autismo é necessário que dezenas de milhares de famílias ofereçam amostras de ADN. O próximo passo dos investigadores será identificar os grupos de genes alterados, de forma a determinar algumas funções-chave, assim como o processo biológico. Perceber como se processam estas mutações que resultam em autismo, é um passo essencial para a evolução dos actuais tratamentos para o problema. Enviado por Márcia Ribeiro Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Descobertas células da pele que poderiam se regenerar
Algumas células da pele poderiam retomar seu estado de células-tronco, com capacidade para regenerar esse tecido, afirma Stefano Calvieri, pesquisador italiano que afirma ter descoberto um método para fazer isso. Em entrevista publicada hoje no site do jornal La Repubblica, Calvieri afirma ter descoberto que algumas células existentes na pele colocadas ou cultivadas sobre um "suporte particular" retornariam ao momento em que são capazes de se multiplicar. As células poderiam, assim, regenerar o tecido da pele, o que seria "uma revolução no mundo da dermatologia", diz o jornal, que indica que poderia até mesmo ser aplicada em outros campos, como o dos transplantes de órgãos. Calviere, diretor da clínica dermatológica do policlínico I de Roma, está à espera de patentear sua descoberta e de fazer com que seu trabalho seja publicado na revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences), motivo pelo que não quis revelar qual seria esse "suporte particular". Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Enzima que impede conversa entre neurónios está na origem da doença de Huntington ![]() Thirteen, uma das personagens da série de televisão House, sofre da doença de Huntington (DR) A doença de Huntington é hereditária, mas não é muito conhecida. A série televisiva House trouxe-a para a ribalta, com a personagem 13 (Remy Hadley, embora raramente o seu nome seja mencionado), que sofre desta espécie de condenação genética, que leva as pessoas a perderem a capacidade de falar, de pensar, de se mexerem. Agora, cientistas dos Estados Unidos dizem ter descoberto como é que o gene da huntingtina actua no sistema nervoso. A equipa de Scott Brady, da Universidade do Illinois, descobriu como o gene mutado que comanda a produção da proteína huntingtina activa uma enzima chamada JNK3 que é produzida apenas nos neurónios. E relata na edição online da revista "Nature Neuroscience" qual o efeito desta enzima no sistema nervoso das pessoas que nascem com este problema genético, cujos efeitos só se fazem sentir a partir de terminada altura, por volta dos 30 ou 40 anos. “Temos de compreender por que é que esta proteína é má aos 40 anos, mas não aos quatro”, explica Brady, citado num comunicado de imprensa da sua universidade. O que a equipa descobriu foi que, em concentrações muito baixas, a huntingtina é um potente inibidor do sistema que transporta proteínas do corpo principal dos neurónios, onde são produzidas, através das múltiplas ligações que dele saem (axónios), transmitindo informações através de impulsos eléctricos a outras células, e que produzem o bem conhecido aspecto despenteado dos neurónios. Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Aspergillus ibericus
Os fungos são dos organismos mais abundantes e simultaneamente menos conhecidos do planeta. As estimativas mais conservadoras indicam que podem existir cerca de 1 milhão e meio de espécies, das quais apenas 10% são conhecidas pela ciência. Cientistas do Centro de Engenharia Biológica (Rita Serra e Armando Venâncio) em cooperação com investigadores de 3 países (Espanha, Itália e Inglaterra) membros dum projecto europeu para a prevenção da contaminação dos vinhos com uma toxina produzida por fungos (ocratoxina A), descobriram uma nova espécie do género Aspergillus, Aspergillus ibericus, ao estudar os fungos presentes nas uvas portuguesas. Esta espécie pertence a um grupo de enorme potencial biotecnológico pois é capaz de produzir várias enzimas de interesse industrial e a sua caracterização e usos estão em curso. Entretanto mais 3 espécies foram descobertas nas uvas e outras 6 na cortiça, desta vez do género Penicillium, em cooperação com o Dr. Stephen Peterson do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) cuja descrição formal está a decorrer. Estas descobertas mostram que as culturas mediterrânicas portuguesas são uma fonte muito interessante de biodiversidade por explorar. É a primeira vez que cientistas portugueses descobrem espécies destes dois géneros, de supra-suma importância na descoberta de novas enzimas e compostos com actividade biológica de interesse farmacêutico. ![]() Enviado por Beatriz Duarte Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Lavar os dentes previne doenças do coração Estudo escocês relaciona higiene oral com problemas cardíacos. As pessoas que não lavam os dentes pelo menos duas vezes por dia correm mais riscos de ter doenças de coração. A revelação é de um estudo escocês, que analisou mais de 11 mil adultos. Já era conhecido que a inflamação no corpo, incluindo na boca e gengivas, tem um papel importante na coagulação das artérias, que podem levar a um ataque cardíaco. Mas é a primeira vez que a frequência com que se lava os dentes surge relacionada com o risco de desenvolver doenças do coração. O estudo, publicado pelo British Medical Journal e citado pela BBC, analisou comportamentos diários, como fumar, actividade física e saúde oral. Os participantes responderam a questões como quantas vezes vão ao dentista e com que frequência lavam os dentes. Seis em cada 10 inquiridos disseram visitar o dentista a cada seis meses e sete em cada 10 afirmaram lavar os dentes duas vezes por dia. Durante os oito anos de estudo, houve 555 episódios cardiovasculares, tais como ataques cardíacos, dos quais 170 foram fatais. Tendo em conta os factores que afectam o risco de doença cardíaca, tais como classe social, obesidade, tabagismo e história familiar, os investigadores descobriram que quem escova os dentes menos duas vezes por dia tem 70% mais hipóteses de vir a desenvolver uma doença cardíaca. Quem tem uma má higiene oral acusou também positivo nas análises de sangue para proteínas, sugestivas da existência de inflamação. Os investigadores consideram, no entanto, que são necessárias mais pesquisas para confirmar se uma saúde oral deficiente causa directamente doenças do coração ou se é um factor de risco.
Retirado: TVI 24 online, 28 de Maio de 2010
Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Criado primeiro ser vivo artificial
Washington – Foi esta quinta-feira apresentada a primeira forma de vida criada em laboratório, por Craig Venter, o biólogo que há dez anos apresentou o mapa do genoma humano. O norte-americano voltou a fazer história ao criar a primeira célula viva com genoma artificial. O processo de criação teve início há cerca de 15 anos e teve inicialmente por base uma bactéria chamada Mycoplasma mycoide. A nova célula criada em laboratório será útil para a compreensão dos mecanismos da vida, por exemplo, ou mesmo para a produção de vacinas. ![]()
Enviado por Márcia Ribeiro Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Nenúfar mais pequeno do mundo resgatado da extinção A última vez que o nenúfar Nymphaea thermarum viveu na natureza foi há dois anos, no Ruanda, em África. A planta desapareceu do seu habitat natural devido à exploração humana, mas o especialista em cultivo de plantas Carlos Magdalena conseguiu que a minúscula espécie voltasse a nascer no jardim Kew Garden em Londres. ![]() Existem 30 exemplares que nasceram desde Novembro, e já estão a dar flor e sementes. O esforço de Magdalena para reavivar a espécie roçou o trabalho de detective, já que o especialista teve que procurar pela pouca informação disponível para recriar o meio natural que permite à espécie proliferar. A planta foi identificada há 25 anos, em 1985, no Sul do Ruanda, em Mashyuza, pelo botânico alemão Eberhard Fischer. O diâmetro do botão da flor tem um centímetro e a planta cresce entre os cinco e os 25 centímetros. As folhas da maior espécie podem alcançar um diâmetro de três metros. No Ruanda, a planta vivia perto de uma nascente quente. Devido à sobre-exploração da nascente, as águas deixaram de alimentar os poucos metros quadrados onde a espécies existia e a planta desapareceu. Fischer compreendeu na altura o perigo da extinção e levou algumas plantas para o jardim de Bona, na cidade alemã. Durante mais de uma década os botânicos conseguiram manter os exemplares mas não descobriram um modo de propagá-los. Em 2009, o Kew Garden recebeu sementes e botões vegetativos do nenúfar. Desde o ano passado Carlos Magdalena tem tentado dar vida à espécie. “No início eles não pareciam responder a nenhuma das formas tradicionais com que tratamos os nenúfares, mantinham-se fracos, não se desenvolviam e acabavam por morrer”, disse o especialista em botânica, que tem uma vasta experiência em horticultura. Carlos Magdalena tentou tudo: variações de temperatura, do pH, da profundidade na água onde colocava as sementes e nada. Até que verificou na descrição feita por Fischer que as plantas na natureza cresciam em zonas de lama no extremo da influência das águas termais, onde a temperatura já tinha descido dos 50 para os 25 graus célsius. Recriou então este ambiente na estufa, colocando os botões vegetativos sobre uma superfície de terra barrenta rodeada por água a 25 graus e resultou. “Agora temos 30 plantas bebés saudáveis a crescer aqui no Kew e algumas já estão a produzir sementes tão cedo que podemos ter um exército destes pequenos nenúfares. ”O objectivo final será voltar a introduzir esta espécie no mundo natural quando a região for recuperada. Até lá, a planta está a salvo em Londres. A partir do dia 22 de Maio pode ser visitada no Kew Garden. Enviado por Rita Moreira Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Tráfico de órgãos de tigres
Uma mulher foi presa no aeroporto da Nova Zelândia e acusada de tráfico de pénis de tigre, o que lhe pode valer cinco anos de prisão ou uma multa de 80 mil euros, avança o jornal «New Zeland Herald». A cambojana, que regressava de Singapura e transportava consigo o pénis e a vesicula biliar de um tigre, foi detectada por uma equipa de cães do aeroporto de Auckland, e presa de imediato pelas autoridades. O tráfico do órgão sexual de tigre é considerado crime em diversos países do mundo e penalizado com medidas severas, uma vez que o animal pertence a uma das espécies em vias de extinção, sendo protegido por leis ambientais internacionais muito rígidas. Mesmo assim, isto não impede que alguns turistas tentem levar o órgão sexual do felino que várias culturas acreditam ter propriedades medicinais. ![]() Retirado do site TVI 24 online, 17 de Maio de 2010 Enviado por Eva Sousa Escola Secundáriade Penafiel - 10ºF
Espécies protegidas de Monsanto em perigo ![]() A Quercus denunciou esta semana a destruição de espécies protegidas em Monsanto, no concelho de Alcanena, em área do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, considerando que a situação revela falta de vigilância dos serviços. Em comunicado, a associação ambientalista informa ter recebido diversas queixas sobre a destruição de "uma área de floresta natural, dominada por espécies protegidas como sobreiros e azinheiras", no PNSAC, num local onde "foram plantados recentemente eucaliptos". Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Cientistas criaram vida artificial pela primeira vez
Craig Venter volta a "tocar" nas origens da vida. O cientista norte-americano criou em laboratório uma célula artificial. "Estamos a entrar numa nova era da ciência limitada apenas pela nossa imaginação", disse à revista "Science".É a primeira vez que um cientista cria uma forma de vida sintética, cujo material genético provém de quatro produtos químicos.Após 15 anos de investigação, Craig Venter e a sua equipa conseguiram fabricar em laboratório as unidades básicas do ADN de uma bactéria (Mycoplasma mycoides) e introduzir esse material sintético numa outra célula receptora de espécie diferente (Mycoplasma capricolum).Sem qualquer vestígio genético anterior, formou-se na célula receptora a nova espécie em poucos segundos.Depois da descodificação do genoma humano, há dez anos, a descoberta de Craig Venter volta a levantar questões éticas e filosóficas em torno do conhecimento científico. Se for possível, devemos melhorar o nosso código genético?Mas, por outro lado, há implicações no campo da Biologia com vantagens indiscutíveis. A mesma técnica de laboratório pode ser usada para fazer combustíveis limpos, para tornar a água potável ou acelerar a produção de medicamentos."Esta é uma ferramenta potentíssima”, disse Craig Venter à revista Science. “Estamos actualmente a desenvolver algas capazes de capturar CO2 e convertê-lo em hidrocarbonetos que podem ser processados nas refinarias. Isto evitaria ter de extrair mais petróleo do solo”, acrescentou."Acho que o mais importante é que estamos a entrar numa nova era da ciência limitada apenas pela nossa imaginação", concluiu.Entre a comunidade científica as reacções dividem-se. Há cientistas que reconhecem a proeza técnica de sintetizar a maior parte do ADN e chegar à precisão suficiente que permite substituir o próprio ADN da célula.Enviado por Daniela CoelhoEscola Secundária de Penafiel - 10ºF
Os ascendentes do Lobo das Maldivas
Lobo guará - imagem retirada de www.cecanguru.com.br/.
O lobo das Malvinas tem deixado biólogos evolucionários perplexos desde que Charles Darwin encontrou o animal pela primeira vez durante a viagem na embarcação Beagle nos anos 1830. Este mamífero nativo das Ilhas Malvinas, que estão a 483 km da costa da Argentina, tornou-se um mistério pois não se conseguia explicar como ele tinha chegado aquelas ilhas ou de quais animais continentais ele descendia. As dúvidas permaneceram por muitos anos uma vez que este animal foi caçado até à extinção em 1876. Finalmente, Graham J. Slater, pesquisador e pós-doutorado da Universidade da Califórnia, Los Angeles, e colegas resolveram parte do mistério ao fazerem uma análise genética. O parente mais próximo do lobo das Malvinas, segundo o que está escrito em Current Biology, é uma espécie sul-americana, o lobo-guará. Os pesquisadores obtiveram fragmentos de DNA de cinco espécimes de museu, examinaram as variações entre as amostras e comparam as mesmas com o DNA de espécies vivas. Assim, foram capazes de construir uma árvore genealógica e uma linha cronológica de quando as ramificações ocorreram. Estudos anteriores do lobo das Malvinas sugeriram que ele era parente das raposas, mas o exame de DNA mostrou que o seu parente vivo mais próximo é o canídeo sul-americano. Slater afirmou que a pesquisa mostrou que o lobo-guará e o lobo das Malvinas tiveram um ancestral em comum pela última vez há seis milhões de anos. "Mas os canídeos apareceram na América do Sul apenas há dois milhões de anos e meio", após a formação do istmo do Panamá. É provável que as duas espécies tenham evoluído na América do Norte e, então, ao enfrentarem uma competição cada vez maior dos canídeos que entraram no continente pela Ásia, "conseguiram sobreviver indo para a América do Sul." Quanto à pergunta de como eles chegaram às ilhas Maldivas, apenas se pode supor que os lobos devem ter flutuado sobre vegetação ou blocos de gelo, afinal são uma das espécies mais "espertas" do planeta.
Identificação humana forense através dos lábios As impressões dos lábios e as rugas do palato podem ajudar na identificação humana forense, indica um estudo de revisão desenvolvido por cientistas da Faculdade de Medicina (FMUP), Medicina Dentária (FMDUP) e do Instituto de Ciências Biomédicas (ICBAS) da U. Porto. A identificação de um cadáver, na maioria das vezes, é um processo difícil e demorado, já que implica uma série de problemas – decomposição, acções dos animais cadaverosos, circunstâncias em que ocorreu a morte, etc.. A identificação através dos dentes, das impressões digitais e do ADN são, provavelmente, as técnicas mais habituais. No entanto, uma investigação da Universidade do Porto explana outras duas técnicas, nem sempre usadas: a queiloscopia (estuda as impressões dos lábios) e a palatoscopia (estuda as rugas do palato). “Na identificação forense, a boca permite uma infinidade de possibilidades de identificação positiva de alguém”, afirma Teresa Magalhães, docente da FMUP, do ICBAS e co-autora do estudo. A queiloscopia é um método importante, já que a impressão dos lábios é exclusiva de cada pessoa (excepto nos gémeos verdadeiros). Os sulcos do lábio do cabo vestibular – linha ondulada branca que se forma quando a pele e a mucosa se encontram, formam-se às seis semanas de vida uterina e a partir desse momento são permanentes e imutáveis, resistindo a muitas complicações como, por exemplo, lesões herpéticas. “Na verdade, apenas as queimaduras ou as causas da morte podem danificar o lábio e impedir assim o estudo queiloscópico”. A procura da impressão labial no local do crime pode ser muito importante para apurar a verdade dos factos – “ela pode ser um link para um local específico, se for encontrado na roupa, em copos, chávenas, beatas de cigarros, etc.”. A palatoscopia estuda as rugas do “céu-da-boca”. Estas formam-se no terceiro mês de gestação e “nem mesmo as doenças ou a agressão química são capazes de mudar as suas formas”. Porém, o sugar do dedo na infância e/ou a pressão exercida pelos aparelhos ortodonticos pode originar pequenas alterações. O comando da Aeronáutica brasileiro já determina que todos os seus pilotos façam uma rugoscopia do palato, de forma a identificá-los em caso de acidente. Estas duas técnicas podem tornar-se boas ferramentas no árduo trabalho forense.
adaptado: http://noticias.up.pt/catalogo_noticias.php?ID=4554&intSelectedMenu=4
![]() Síndrome de transfusão feto-fetal ![]() A linha de investigação da FMUP em torno do ductus venoso tem mais de 15 anos e já mereceu vários prémios nacionais e internacionais, sendo de destacar o 1.º Prémio da International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology, uma Menção Honrosa do Grande Prémio Bial (2008) e uma Menção Honrosa do Prémio Pfizer (2005). Os autores são recorrentemente convidados a integrar eventos científicos internacionais e publicações médicas de referência na área da Obstetricia.Nuno Montenegro e Alexandra Matias, professores e investigadores do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), descobriram um método que permite diagnosticar precocemente a síndrome de transfusão feto-fetal – transfusão entre gêmeos - uma complicação grave que atinge 15% das gravidezes de gémeos verdadeiros. Os resultados científicos foram publicados na reputada revista científica Ultrasound Obstetrics and Gynecology. A síndrome de transfusão feto-fetal afecta as gravidezes gemelares monocoriónicas biamnióticas, nas quais existe apenas uma placenta partilhada pelos dois fetos e dois sacos amnióticos. Em alguns casos, os gémeos compartilham também o sistema circulatório dentro da placenta, o que dá lugar à transfusão do sangue de um gémeo (dador) para o outro (receptor). O gémeo dador torna-se menor e anémico e o gémeo receptor cresce mais e fica congestionado. Se este problema não for detectado e solucionado atempadamente conduz, de forma inevitável, à morte dos dois fetos. Esta doença é habitualmente detectável a partir da 16.ª ou 17.ª semana de gestação. Mas agora os investigadores da FMUP provaram ser possível antecipar o diagnóstico para a 11.ª/13.ª semana através da avaliação do fluxo sanguíneo no ductus venoso. No artigo científico publicado na Ultrasound Obstetrics and Gynecology, os cientistas demonstraram que a avaliação do retorno venoso no ductus (uma pequena veia que liga o cordão umbilical ao coração do feto, assegurando a passagem de sangue rico em oxigénio) permite detectar a existência de síndrome de transfusão feto-fetal com uma sensibilidade na ordem dos 80%. De acordo com os investigadores quando um dos fetos, ou os dois, têm problemas de retorno venoso no ductus, o risco de haver partilha do sistema circulatório é 20 vezes maior do que o normal. Este estudo resulta de uma linha de investigação que se iniciou em 1996. Nessa altura, os cientistas da FMUP revelaram, num artigo científico que teve grande impacto junto da comunidade científica internacional (existem mais de 200 citações deste trabalho), que a avaliação do retorno venoso no ductus permite detectar patologias cromossómicas (trissomia 13, 18 e 21) e problemas cardíacos em fetos com 11 a 14 semanas de gestação. Estas informações revolucionaram a prática clínica da Obstetrícia. Actualmente, em todos os países desenvolvidos o teste do ductus venoso (também conhecido como “teste do ductus da Escola do Porto”) é incluído nos rastreios realizados às grávidas, contribuindo para a diminuição dos casos de gravidezes que prosseguem sem que a trissomia ou os problemas cardíacos sejam diagnosticados. O teste do ductus venoso, associado a outros dois testes (análise da translucência nucal e osso do nariz) e à idade da mãe, consegue predizer a existência de doenças genéticas e cardíacas com uma sensibilidade de 95%! O diagnóstico da síndrome de transfusão feto-fetal entre os 2/3 meses de gestação permite a realização de uma intervenção cirúrgica com melhoria do prognóstico. O problema pode ser solucionado com uma cirurgia invasiva que põe termo à troca de sangue entre os dois fetos, que passam a receber a corrente sanguínea como se fossem gémeos dizigóticos (ditos “gémeos falsos”). Embora se trate de uma intervenção com riscos, é a única forma de evitar a morte dos dois bebés. Esta cirurgia ainda não é realizada em Portugal, tendo os casos detectados de ser encaminhados para o King´s College School of Medicine em Londres com o qual existe um protocolo de colaboração na assistência, formação e investigação. retirado de: http://noticias.up.pt/catalogo_noticias.php?ID=4482&intSelectedMenu=4Nova espécie de ave encontrada no "Coração de Bornéu" ![]() Ilha de Bornéu - Imagem retirada de www.wikipedia.org A ilha de Bornéu, na Ásia, é dividida em três partes sendo que a maior parte (a parte meridional) pertence à Indonésia, a segunda maior (a parte setentrional) pertence à Malásia e a menor parte (encravada na parte da Malásia) pertence ao Brunei. Nas florestas tropicais desta ilha, os cientistas descobrem por mês uma média de três tipos de animais ou vegetais desconhecidos até agora e, só em 2006, 52 novas espécies foram encontradas, nomeadamente, trinta tipos de peixes, dois de rãs arbóreas, dezasseis diferentes variedades de gengibre, três espécies de árvores e uma planta de folhas grandes nunca vista. A 14 de Janeiro de 2010 foi publicado na revista "BirdingASIA", do Oriental Bird Club, a descoberta de uma nova espécie de ave na ilha de Bornéu, à qual ainda não foi atribuído um nome científico. A ave foi observada pela primeira vez 18 de Junho do ano transacto na área protegida do Vale Danum, no estado de Sabah, por um grupo de três investigadores incluindo o biólogo Davis Edwards da Universidade de Leeds na Inglaterra. Esta é pequena de cor cinzenta com riscas brancas, e foi avistada a alimentar-se de bagas de uma árvore. Segundo o biólogo, David Edwards, declarou ao Jornal Publico, no dia 14 do presente mês: "Este foi o único local onde esta ave foi avistada. Por isso, conhece-se muito pouco sobre as suas exigências em relação ao habitat.”, acrescentou ainda que existem, pelo menos, "duas claras ameaças à sua sobrevivência como espécie: abate de árvores no seu habitat, através do desaparecimento das árvores altas das quais depende, e a exploração da floresta para óleo de palma, algo que está a ocorrer a um ritmo alarmante”. Esta ilha Asiática é considerada como "um dos centros de biodiversidade mais importantes do mundo", segundo coordenador internacional do programa da WWF sobre o Coração de Bornéu, Stuart Chapman. Disse também, "quanto mais exploramos essa área, mais encontraremos", mas lamentou o rápido ritmo de desaparecimento dessa "mina ecológica”. Em reunião da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas os três Governos que repartem a ilha comprometeram-se oficialmente com uma iniciativa para a conservação e a gestão sustentável do "Coração de Bornéu".
|


























.jpg)

