Mudança climática põe plantas em fuga Vêmo-la estática, de raízes entranhadas na terra, mas a vegetação, afinal, move-se. Lentamente, mas move-se. Isso está, aliás, a acontecer à escala planetária devido às alterações climáticas, como confirma um estudo global feito por investigadores da universidade da Califórnia, em Berkeley, e do departamento norte-americano para a agricultura e a floresta. Numa avaliação de centenas de investigações de campo realizadas nas últimas décadas sobre esta questão, a equipa verificou que as plantas estão a deslocar-se globalmente no planeta em dois sentidos: no dos pólos, em busca de temperaturas mais frescas, e a caminho do equador, à procura de mais água. Também se deslocam em altitude, igualmente em busca de menos calor, como as azinheiras no lado espanhol dos Pirenéus, um dos casos identificados nos estudos feitos. O problema, afirmam os cientistas, é que o clima está mesmo a mudar. No estudo, que saiu na revista científica Global Ecology and Biogeography, o grupo coordenado por Patrick Gonzalez, da universidade da Califórnia, passou em revista tudo o que foi publicado sobre a deslocação de florestas e vegetação, incluindo estudos de vários anos de observação, em que o clima, e não a intervenção humana directa, como desflorestação, foram determinantes. "Esta é a primeira avaliação global que permitiu verificar a deslocação de biomas [vários ecossistemas com características específicas de solo, altitude ou macroclima]", afirmou o coordenador do estudo, num comunicado da universidade. "Não se trata de uma ou duas espécies de plantas que estão a mudar-se para outras zonas", sublinhou Patrick Gonzalez, "para que um bioma ou um ecossistema se desloquem é preciso que todo um conjunto de plantas se movimente em conjunto". Da análise feita, a equipa contabilizou 15 casos em que houve uma deslocação de biomas no planeta, nos últimos cem anos. Além da "fuga" das azinheiras em altitude nos Pirinéus, os bosques no Sahel diminuíram e transformaram-se progressivamente em pastos, e os bosques de pequenos arbustos invadiram a tundra no Árctico, entre os 15 casos detectados. No Sahel, o desaparecimento dos bosques tem impacto nas populações humanas, que ficam sem lenha para cozinhar. No Árctico, é o caribu que perde habitat. No futuro há riscos maiores ainda.
Ecossistema levará anos para se recuperar da maré negra
Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Fraldas reutilizáveis evitam oito quilos de lixo por bebé
A opção por fraldas reutilizáveis em vez das descartáveis evita a produção de oito quilos de resíduos por semana e por bebé, ou uma média de uma tonelada de resíduos em dois anos e meio, segundo a Quercus. Numa informação divulgada esta terça-feira (dia 1 de Junho) a associação ambientalista salienta que, como nascem cerca de 100 mil bebés por ano em Portugal, a redução de resíduos relacionados com as fraldas seria de 100 mil toneladas a cada dois anos e meio, período em que a criança necessita usar fralda, ou 40 mil toneladas anuais. As fraldas descartáveis correspondem a cerca de cinco por cento dos Resíduos Sólidos Urbanos encaminhados para aterro ou incineração. Em Portugal, não existe reciclagem para este tipo de produto. Em 2009, a associação iniciou uma campanha de promoção de utilização de fraldas reutilizáveis e efectuou uma análise a marcas disponíveis no mercado nacional, uma experiência que se prolongou por três meses. Entre os resultados obtidos está também a constatação de que as fraldas de pano podem ser lavadas na máquina juntamente com a restante roupa, a temperaturas baixas, a secagem pode ser feita ao ar e suportam cerca de 800 lavagens. A Quercus refere ainda outras vantagens das fraldas reutilizáveis, como a «saúde do bebé, uma vez que previnem o aparecimento de alergias e dermatites na zona de contacto com a pele». Retirado: TVI 24, 01 de Junho de 2010 Blog sobre Ecologia ... Neste blog vamos falar sobre a ecologia. Escolhemos este tema porque o Planeta Terra é a nossa casa e devemos cuidar dela. Neste blog, queremos chamar a atenção para os problemas ambientais, que aumentam de ano para ano. Visitem em : http://omundodaecologia-amarante-teloes.blogspot.com/ Enviado por Luana, Inês e Maria E. B. 2/3 de Telões, Amarante - 8ºB
Derrame já matou 189 animais
Nos EUA o derrame de crude no golfo do México já provocou a morte a 189 animais. O número inclui 154 tartarugas-marinhas, algumas em risco de extinção, além de 12 golfinhos e 23 aves migratórias. Para além disso, os custos do derrame de petróleo no Golfo do México ascendem a 355,5 milhões de euros, numa altura em que a fuga ainda não foi contida. O balanço provisório foi feito pela petrolífera BP, que é proprietária da plataforma que explodiu a 20 de Abril, ao largo dos Estados Unidos. Os analistas estimam que a factura das operações de limpeza e indemnizações pelo derrame de petróleo possa ir de algumas centenas de milhões de euros até aos 9 mil milhões de euros. A BP vai fazer uma nova tentativa para travar a fuga de crude do poço situado a mais de um quilómetro de profundidade, no leito do Oceano Atlântico. A empresa britânica pretende instalar uma nova campânula para conter o derrame, mas não garante o sucesso da operação devido às dificuldades em operar àquela profundidade. Retirado do Diário de Notícias, 23 de Maio de 2010 ![]() Enviado por Eva Sousa Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Peneda do Gerês recebeu diploma da UNESCO
Portugal recebeu no Dia Internacional da Biodiversidade, um diploma da UNESCO para o parque transfronteiriço do Gerês/Xurês, classificado como uma reserva da biosfera. O primeiro foi no Ribatejo, o Paul do Boquilobo, na junção do Almonda com o Tejo.
![]() Enviado por Soraia Gomes Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Oceanos armazenam energia A camada superior dos oceanos acumulou uma enorme quantidade de energia desde 1993, apurou um novo estudo de uma equipa internacional que juntou cientistas de várias universidades britânicas, alemãs e japonesas, além da NASA e de organismos americanos. "O oceano é o maior reservatório de calor no sistema climático", explicou Josh Willis, um oceanógrafo da NASA envolvido neste estudo pluridisciplinar. "À medida que o planeta aquece, percebemos que 80% a 90% desse calor adicional acaba nos mares". Este efeito é responsável pela subida do nível dos oceanos, dado que a água mais quente expande-se. O cálculo dos cientistas aponta para metade do efeito de subida do nível marinho à conta deste calor armazenado. Os cientistas mediram a temperatura de várias camadas dos primeiros 300 metros dos mares e descobriram provas de que a água aqueceu de forma significativa na camada superior, entre 1993 e 2008. O aquecimento foi progressivo e é global. As medições internacionais são feitas com bóias flutuantes que têm sido distribuídas nos oceanos. Foram já colocados 3200 destes aparelhos sofisticados, que também medem a salinidade e as correntes. Para se perceber a quantidade de calor que os oceanos acumularam, os cientistas estimam que estamos perante uma quantidade de energia que daria para acender 500 lâmpadas de 100 watts por cada habitante humano da Terra. Os efeitos nas mudanças climáticas são por enquanto desconhecidos.
Anfíbios: exposição e conservação
Após o relatório da "Science", cerca de 50 cientistas de todo o mundo pediram a adopção de medidas urgentes para evitar a extinção dos anfíbios. Eles propuseram um plano que inclui a alocação de US$ 400 milhões para tarefas de conservação de diferentes espécies. Na pesquisa publicada na "BioScience", os cientistas da Universidade do Oregon calculam que devido às condições actuais de poluição, a extinção não só de anfíbios mas também de outros animais e plantas é a maior dos últimos 100 mil anos. No entanto, os anfíbios destacam-se uma vez que a sua fisiologia e o seu ciclo de vida expõe-nos a uma ampla variedade de mudanças ambientais. Estes animais têm pele permeável, vivem na água e no solo e os seus ovos não têm carapaça dura, como os das aves. Além disso, põem os ovos em águas pouco profundas e sob a luz directa do sol, o que permite uma maior oxigenação e a redução da predação. Contudo, o aumento da radiação da luz ultravioleta, provocado pela erosão da camada de ozono na atmosfera, está a provocar mutações e a alterar o sistema imunológico das espécies. Para não falar da poluição, antes a água era pura e limpa, agora, com o uso, cada vez maior, de adubos modernos - poluição química- as infecções parasitárias são frequentes. Agravando o alerta da "Science" no ano passado, os cientistas revelam que 43% das espécies de anfíbios na Terra estão em declínio. Outras 32% estão sob ameaça e a extinção total afecta 168 espécies. Segundo Blaustein, os anfíbios estão a demonstrar que as mudanças ambientais no mundo não têm precedente por causa da sua rapidez. "Muitas outras espécies também não poderão evoluir com suficiente rapidez e enfrentar as mudanças. Devido às suas características, os anfíbios serão apenas os primeiros a desaparecer" prevê. Este grupo de seres vivos vai ser objecto de uma atenção sem precedentes ao longo dos próximos meses, através de um programa de actividades promovido pelo Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Universidade do Porto, em parceria com outras entidades. Uma das primeiras exposições é "Anfíbios: uma pata na água, outra na terra", na Casa Andresen, antigo Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências, no interior do Jardim Botânico. A iniciativa decorrerá até 15 de Maio e trará consigo um conjunto de actividades de educação ambiental e educação para a conservação, especialmente dedicadas às crianças e aos jovens. Paralelamente, está previsto um programa de palestras, a decorrer no anfiteatro da Casa Andresen, e uma conferência internacional sobre Ecologia e Conservação de Anfíbios, com apoio do Naturlink, a 30 de Abril, na Fundação Calouste Gulbenkian, e ainda um conjunto de acções de conservação em vários pontos do país. As palestras na Casa Andresen estão previstas para dias 14, 21 e 29 de Abril e ainda dias 5 e 12 de Maio, sempre das 18 às 19h. A primeira, a 14 de Abril, intitula-se "Anfíbios urbanos: resquícios de um passado condenado ou oportunidade para um futuro promissor?", e será proferida por Raquel Ribeiro. Uma das campanhas de conservação procurará escolher três ribeiras de um conjunto de 20, a elencar no Centro e Norte do país, e estabelecer um programa de conservação nesses três casos. Este projecto com início em Abril, decorrerá em três fases: identificação dos 20 casos; selecção das três ribeiras e, finalmente, definição do programa de acção e implementação das medidas. Um outro projecto de conservação, que resulta de uma parceria entre o CIBIO e o Centro de Biologia Ambiental (CBA) da Universidade de Lisboa, foi seleccionado para financiamento através do Fundo EDP para a Biodiversidade e tem por objectivo estabelecer programas de conservação para três áreas a identificar no país. Entretanto, está em curso um outro projecto com incidência na Paisagem Protegida do Litoral de Vila do Conde que inclui a antes designada Reserva Ornitológica do Mindelo, a primeira área protegida do país, com grande simbolismo para a Universidade do Porto. Este projecto tem o apoio do Oceanário de Lisboa e passa pela definição de áreas mais importantes para a conservação dos anfíbios, estabelecimento de medidas e recuperação de habitats e ainda acções de educação ambiental. Afinal o ser humano tem que aprender a preservar uma das maravilhas deste planeta - a Biodiversidade. Click here to start typing your text |
![]() Ecossistemas estão a mover-se no planeta para fugir ao calor, ou em busca de água.
Retirado do Diário de Notícias, 10 de Junho de 2010
Enviado por Eva Sousa Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
![]() Garça sobrevoa pelicano sujo de óleo na Louisiana:
Fraldas de pano permitem poupar cerca de 500 euros![]() Enviado por Eva Sousa Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
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Catadores de material reciclável vão contribuir na coleta de óleo de cozinha usado em Rondônia
O óleo usado de cozinha vira sabão ecológico em Rondônia. Para ajudar na coleta, a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Rua de Porto Velho, Asprovel, aderiu à campanha, desenvolvida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental, Sedam. Cerca de 150 catadores cadastrados vão actuar na conscientização da população para que repassem o óleo utilizado ao ponto de coleta que funciona na própria associação. O presidente da associação, Geraldo Gonzaga de Lima, explica que os catadores passam diariamente por diversos pontos da cidade, fazendo a coleta de resíduos, “agora, aproveitarão sua rotina para conscientizar donas de casa para fazer também a doação”, disse. O material coletado é transformado em um sabão ecológico, que já está sendo comercializado na região. Mulheres da associação estão se capacitando e participando de oficinas que ensinam a fabricar o sabão. “Estamos ajudando a preservar o meio ambiente, fomentando o empreendedorismo”, avaliou a pedagoga da Sedam, Izabel Cristina da Silva, responsável pelo Projeto Meio Ambiente na Arte e Cultura.
Enviado por Márcia Ribeiro Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Poluição Sonora no mar causada pelos humanos afecta os peixes
O mundo submerso é tudo menos silencioso e, ao contrário do mito, os peixes ouvem. Alguns deles ouvem até muito altas frequências. É por isso que o ruído crescente provocado pelas actividades humanas nos oceanos, que vão da navegação às actividades de pesca e das plataformas de exploração petrolífera às de gás natural, causam um forte impacto na vida marinha. O alerta é de um grupo internacional de cientistas, coordenado por Hans Slabbekoorn, da universidade holandesa de Leiden. A sua equipa publicou um artigo na Trends in Ecology and Evolution, no qual explica que os níveis crescentes de ruído nos oceanos estão a afectar os peixes em várias frentes: na reprodução, na distribuição e na comunicação e defesa contra predadores. Nada mais falso, como explica a equipa. Os peixes também têm o sentido da audição. Na verdade, até hoje, todos os peixes testados demonstraram ter um órgão auditivo. Em algumas espécies trata-se de um órgão interno, noutras é externo, localizado na zona lateral do corpo. A amplitude das frequências que os peixes conseguem ouvir também varia consoante as espécies, mas a maioria consegue detectar sons entre 30 e 1000 Hz. Há outros que ouvem sons bem mais agudos, que andam entre 3000 e os 5000 Hz. Além de ouvirem bem, os peixes têm vivências básicas associadas aos sons. A reprodução é uma delas, e a comunicação como defesa contra predadores é outra. Por isso a crescente poluição sonora que as actividades humanas estão a causar no mundo subaquático já poderão estar a afectar estas actividades básicas em inúmeras espécies. Há sinais, nomeadamente, de que algumas espécies do Atlântico, como o arenque, o bacalhau ou o atum, poderão estar a mudar de "casa", para fugirem ao ruído causado pelas actividades humanas costeiras. E, se bem que o impacto das pescas nas populações de peixes "seja muito mais devastadora" do que o da poluição sonora, como admitem os investigadores, a verdade é que os dois factores associados poderão em conjunto potenciar-se mutuamente, causando danos maiores a algumas populações de peixes. Enviado por Daniela Coelho Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
Pelo menos 80% da energia do aquecimento global fica no mar sob a forma de calor. As quantidades são fantásticas. ![]()
Retirado do Diário de Notícias, 23 de Maio de 2010
Enviado por Eva Sousa Escola Secundária de Penafiel - 10ºF
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(retirado de: http://mondomoda.files.wordpress.com/2009/06/alasca.jpg) Glaciares do Alasca estão a derreter mais devagar do que o previsto «Os glaciares do Alasca derreteram mais devagar de 1962 a 2006 em relação ao que era previsto, revela uma equipa franco-canadiana, com base na análise de imagens de satélite. Durante aquele período, os glaciares do Alasca perderam cerca de 42 quilómetros cúbicos (42 mil milhões de metros cúbicos) de água por ano, escrevem os autores de um estudo publicado ontem na revista científica “Nature Geoscience”. Esta situação contribuiu para a subida do nível dos mares à razão de 0,12 milímetros por ano, “ou seja, 34 por cento menos do que estava estimado”, salientou Etienne Berthier, da Universidade de Toulouse, França. Então o que falhou? Estes cientistas dizem que os estudos anteriores não levaram em conta o papel dos detritos que cobrem os glaciares, perto dos vales. Assim protegidos do Sol, os gelos derretem mais devagar. Além disso, acrescentam, as imagens fornecidas pelos satélites Spot5 e Aster permitiram obter uma “melhor resolução espacial”, ou seja, dados mais precisos. “Ao longo dos últimos 50 anos, o recuo dos glaciares e das calotas glaciares contribuiu para um aumento dos níveis do mar em 0,5 milímetros por ano”, escrevem os autores. Os glaciares do Alasca deveriam ter contribuído com um terço disso, ou seja, 0,17 milímetros por ano, de acordo com trabalhos publicados em 2002 pela Universidade do Alasca. "Aceleração espectacular” do recuo dos glaciares Apesar de tudo, os cientistas da Universidade de Toulouse não põem em causa a “aceleração espectacular” da redução da massa dos glaciares, desde 1990. Em todo o planeta, os glaciares de montanha cobrem uma superfície de 500 mil a 600 mil quilómetros quadrados, ou seja, menos que as calotas glaciares da Gronelândia (1,6 milhões de quilómetros quadrados) ou da Antárctica (12,3 milhões de quilómetros quadrados). Em Dezembro, o Conselho Árctico alertou que a calota glaciar da Gronelândia – o maior reservatório de água doce do Hemisfério Norte – tem vindo a derreter a um ritmo alarmante nos últimos anos. O volume passou de uma média de 50 mil milhões de gigatoneladas anuais entre 1995 e 2000 para 160 mil milhões anuais de 2003 a 2006. O glaciar de Jakobshavn Isbrea, em Ilulissat recuou 15 quilómetros nos últimos oito anos.» Retirado: Jornal Público, 18 de Janeiro de 2010 ![]() imagem retirada de http://www.cfafish.org/news/kilimanjaro Cientistas da Universidade de Ohio falaram sobre o futuro do gelo do cume do Kilimanjaro, a montanha mais alta de África, localizada no norte da Tanzânia. Devido às mudanças climáticas, o gelo que havia na montanha em 1912 foi reduzido gradualmente em cerca de 85% até 2000, e de 26% até 2007. Esta foi a primeira vez que se mediu o volume de gelo no Kilimanjaro, graças ao estudo dirigido por Lonnie Thompson, professor desta universidade. Segundo os cientistas as alterações na nebulosidade e no clima podem ter causado este degelo, especialmente nas últimas décadas. Este estudo deixou os governantes deste país preocupados pois o derretimento do gelo afectará negativamente o turismo da região, sector chave na economia da Tanzânia. As conclusões deste estudo foram publicadas na revista "Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos" (NAS, em inglês) em Novembro de 2009. O Aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e há possibilidade da sua continuação durante o corrente século. Este vídeo, elaborado por um colega estudante, tem como objectivo chamar a atenção para este grave problema. Este assunto é bastante debatido e até reconhecido pela população mundial mas parece longe de ser resolvido devido a interesses económicos e políticos. O video seguinte está a passar pelos mails de muitos usuários como uma chamada de atenção ao aquecimento global, realmente como será ficar sem a nossa casa? Pior, assistir ao desaparecimento da nossa família e amigos? |
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